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Vinho, saúde e qualidade de vida

Vinho, saúde e qualidade de vida

Os amantes do vinho e adeptos da boa alimentação vibram quando a ciência divulga estudos que evidenciam benefícios do consumo da bebida do Deus Baco. Nos últimos 30 anos, de forma mais frequente, estudos apontam que consumir vinho com regularidade e moderação, de uma a duas taças por dia, pode reduzir ou prevenir alguns problemas de saúde.

Inspirado originalmente na cultura alimentar da Grécia, do sul da Itália, da Espanha e de Portugal, a Europa leva o vinho para a mesa e, durante a refeição, consagra o vinho como complemento alimentar. Dessa receita de bem viver se difunde a famosa Dieta Mediterrânea, encontrando no vinho carboidratos, vitaminas e minerais provenientes da uva.

Além da água (80 a 85% do volume), o vinho fornece ao organismo energia na forma de açúcares, como glicose e frutose. Seja pelos vínculos sociais, seja pelos benefícios que traz à saúde, a bebida milenar, apreciada no mundo, garante qualidade de vida.


Coração

Talvez a mais difundida função do vinho, vinculada à saúde, seja como amigo do coração. O consumo diário e moderado de vinho tinto reduz em até 20% o risco de doenças cardíacas, de acordo com estudos da Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial, da American Heart Association e da European Society of Cardiology.

Pesquisas apontam que os polifenóis, substâncias presentes na casca da uva, elevam os níveis de colesterol bom, o HDL, e diminuem os níveis de colesterol ruim, o LDL, além de inibirem a formação de placas de gordura no sangue e de trombos, responsáveis por infartos e Acidente Vascular Cerebral (AVCs).

Se não bastasse, tal substância também reduz a pressão arterial, a inflamação e a oxidação de lipídios, aumentando a capacidade de dilatação dos vasos sanguíneos.


Longevidade

A longevidade também está ligada ao consumo de vinho. Pesquisa da Harvard Medical School mostrou que o resveratrol apresenta um efeito antienvelhecimento.

Outro estudo, da University of London, revelou que outro componente presente no vinho, as procianidinas, ajudam a manter a saúde dos vasos sanguíneos. Esse é um dos fatores que explica a longevidade das populações do sudoeste da França e da Sardenha, na Itália, onde o vinho é consumido de forma regular, acompanhando as refeições.


Diabetes e saúde emocional

A prevenção do diabetes também está atrelada ao consumo moderado de vinho, em função dos polifenóis, que apresentam uma ação benéfica sobre o açúcar no sangue, aumentando a insulina e reduzindo a glicose.

Pesquisa da Ben Gurion University of the Negev, em Israel, mostrou que o álcool, presente nos vinhos tinto e branco, contribui para o controle da glicose, dependendo, é claro, da condição de metabolização do álcool de cada organismo.

Estudo publicado na BMC Medicine, com mais de cinco mil homens e mulheres, revelou que o vinho igualmente pode ser benéfico no combate à depressão. Detectou-se que as pessoas que consumiam quantidades moderadas, em especial do tinto, demonstraram incidência menor de depressão, se comparadas àquelas que não consumiram regularmente.

A explicação está no fato de que as substâncias presentes no vinho promovem a produção de neurotransmissores, como a serotonina, a dopamina e a endorfina, os mesmos hormônios liberados pelo corpo durante a prática de atividades físicas, responsáveis pelas sensações de prazer e relaxamento.


Alzheimer

Vinho e queijo, harmonização já consagrada no paladar, também surge como combinação perfeita em estudos recentes sobre a menor incidência em desenvolver doenças cognitivas, como o Alzheimer, conforme publicação recente da Universidade Iowa State University, nos Estados Unidos.

Informações da Associação de Alzheimer apontam que mais de 5 milhões de americanos são afetados pela doença. O estudo não examinou quais componentes do queijo e do vinho eram benéficos, dessa forma mais testes clínicos seriam necessários para determinar se uma mudança explícita na dieta poderia afetar a saúde do cérebro, mas pesquisadores acreditam que suas descobertas são promissoras.


Pele

A pele é outro órgão que pode ser beneficiado tanto pelo vinho quanto pela uva, retardando a ação dos radicais livres devido ao poder antioxidante dos flavonoides.

Uma série de tratamentos à base de uva, conhecido como vinoterapia, permite aplicações faciais e corporais com o objetivo de contribuir para o antienvelhecimento, a elasticidade, o combate à acne, a hidratação e a proteção contra os danos dos raios solares.


Existe uma máxima que diz “contra fatos não há argumentos”. Dessa forma, aprecie o vinho da sua preferência, com moderação, e brinde à saúde.

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